Segunda-feira, 18 de Julho de 2011

Lisboa

 

 



como és insistente em nada me dizer

como eu sou persistente em te conhecer

como os teus olhares tentadores me devoram

como as pessoas me acolhem.

contrastes que me atormentam

passarinhos respirando cores

máquinas indiferentes a pombas

pessoas de poucos souvenires

outras de muita agonia

árvores que persistem em ser árvores de sonho verde e naufrágio cinzento.

à quem me dera meu mundo distante, difícil, impossível

que não conheço mas ambiciono.

viver para viver

viver para amar

viver para não só sonhar

 

A Sempre 10/8/81

publicado por nomeoriginal às 23:11

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